


FINALMENTE!!!
Finalmente, ao fim de tanto tempo, assistimos ao ressurgimento da tradição de baptizar empresas de contentores para entulhos de obra, com grandiosos nomes!!!
Com efeito, desde as míticas três graças dos contentores de obras, DERCONSA, CONURSA e COTRESE, que não se assistia ao emprego de nomes igualmente inspirados.
Pois agora:
Rejubilem! Alegrem-se corações!
Abram alas, soem clarins, apontem os focos para...
“TRANSGRINOVAS” !!
Muito embora este novo nome não apresente a acutilância e poder de síntese das anteriores três, transporta consigo uma curiosa e irresistível cacofonia onde se nos enrola a lingua ao articulá-lo: Trrransgrrrr....
...
Mas... de onde virá nome tão curioso?
Quem é que se lembra de arranjar um nome assim?
Parece uma estranha contracção entre “Transgressão” e “novas”.
...E do grupo LOBBE?...
Parece que, no fim, paira no ar uma mensagem subliminar a dizer:
“Novas obras em Transgressão”...do “Lobbie”...
-----------------------------------------------------
Olhando para dentro de um contentor de obras, vê-se o que se perde no interior das construções, quando se procede a campanhas de obras interiores:
Pavimentos revestidos em parquet á espera de esponjosos pavimentos flutuantes, mosaicos hidráulicos substituídos por mosaicos que reproduzem um-a-um uma amostra fotografada de uma pedra qualquer, aduelas que eram singelas, portas pintadas que nunca quiseram ser mais que portas pintadas ...e o estuque... estucadas desferidas no estuque.
Pode-se observar testemunhos de uma época em que o trabalho de artífices ainda tinha lugar no interior das construções. O apuro do pormenor, herdeiro de anos e anos de tradição construtiva.
Inquieta-me esta sede de especialização, esta plastificação do espaço doméstico, sempre mais e mais lavável.
Bom...mas chega de conversas por agora.
Brindemos ao desaparecimento!
Encham essas taças!
Mas cuidado! Não encher acima do bordo, pois podem transbordar...
Finalmente, ao fim de tanto tempo, assistimos ao ressurgimento da tradição de baptizar empresas de contentores para entulhos de obra, com grandiosos nomes!!!
Com efeito, desde as míticas três graças dos contentores de obras, DERCONSA, CONURSA e COTRESE, que não se assistia ao emprego de nomes igualmente inspirados.
Pois agora:
Rejubilem! Alegrem-se corações!
Abram alas, soem clarins, apontem os focos para...
“TRANSGRINOVAS” !!
Muito embora este novo nome não apresente a acutilância e poder de síntese das anteriores três, transporta consigo uma curiosa e irresistível cacofonia onde se nos enrola a lingua ao articulá-lo: Trrransgrrrr....
...
Mas... de onde virá nome tão curioso?
Quem é que se lembra de arranjar um nome assim?
Parece uma estranha contracção entre “Transgressão” e “novas”.
...E do grupo LOBBE?...
Parece que, no fim, paira no ar uma mensagem subliminar a dizer:
“Novas obras em Transgressão”...do “Lobbie”...
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Olhando para dentro de um contentor de obras, vê-se o que se perde no interior das construções, quando se procede a campanhas de obras interiores:
Pavimentos revestidos em parquet á espera de esponjosos pavimentos flutuantes, mosaicos hidráulicos substituídos por mosaicos que reproduzem um-a-um uma amostra fotografada de uma pedra qualquer, aduelas que eram singelas, portas pintadas que nunca quiseram ser mais que portas pintadas ...e o estuque... estucadas desferidas no estuque.
Pode-se observar testemunhos de uma época em que o trabalho de artífices ainda tinha lugar no interior das construções. O apuro do pormenor, herdeiro de anos e anos de tradição construtiva.
Inquieta-me esta sede de especialização, esta plastificação do espaço doméstico, sempre mais e mais lavável.
Bom...mas chega de conversas por agora.
Brindemos ao desaparecimento!
Encham essas taças!
Mas cuidado! Não encher acima do bordo, pois podem transbordar...
3 comentários:
Pois, é a época do faz-de-conta. Mosaico a parecer madeira, não sendo. Porque tem que ser lavável com lixívia, porque os micróbios de hoje em dia são muito mais depachados e eficientes. Depois há aquelas janelas fantásticas, a imitar as antigas, com o quadriculado de vidros...os pinázios, esses, são postos dentro do vidro, não vá uma rabanada de vento levá-los, e por fim os desgraçados começam a descair, caem e ficam alí dentro da caixa de ar, e o pessoal faz que não vê, porque faz parte, são problemas normais que acontecem em qualquer cenário.
a propósito de nomes grandiosos...
prometo enviar em breve o testemunho fotográfico de:
«forte influência»
e
«raio vector»
Primavera:
É bom não me sentir sózinho.
Apesar de serem problemas normais apetece-me ir falando deles, de tão ridículos q são. Gostei dessa de ver os pinázios a deslizar...pfff...
Paulito:
Esses nomes são ficção científica aqui e já na Terra!!!
manda-manda!
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